Posts Tagged ‘Rock’

Natalia Nissen@_natiiiii

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Estão abertas as inscrições para o I Congresso Internacional de Estudos do Rock que acontece de 25 a 27 de setembro na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) – campus de Cascavel. O evento é em parceria com a Facultad de Periodismo y Comunicación Social de la Universidad Nacional de La Plata (UNLP), da Argentina.

É uma oportunidade imperdível para quem gosta de rock e quer aprender e discutir sobre o assunto! No congresso haverá apresentações artísticas e acadêmicas, palestras de pesquisadores da Argentina, Chile e Brasil, workshops, mesas redondas e presença de músicos.

Interessados podem enviar resumos e, se aprovados, trabalhos para apresentação nos simpósios temáticos:

  • Histórias do Rock: trabalhos que abordam o processo de criação de letras, gêneses de discos, a formação de grupos, eventos importantes na trajetória artística dos protagonistas desse gênero musical, as mesclagens do gênero com outras tendências musicais;
  • Poéticas do Rock: pesquisas que tratam das especificidades estético-literárias de canções desse gênero, contemplando as qualidades artísticas de letras, arranjos, álbuns, conjunto da obra, entre outros temas;
  • Rock e Cinema: estudos comparativos que abordam relações homológicas, históricas, de procedimentos artísticos, dentre outros aspectos, entre esses dois códigos de expressão;
  • Rock e Comportamento: pesquisas que abordam a influência do rock na criação e mudança de padrões comportamentais na sociedade de um modo geral, desde suas origens até suas mais hodiernas atualizações;
  • Rock e Contracultura: trabalhos que contemplam o papel do rock na criação de um estilo de vida que se constitui em deliberada oposição ao establishment, forjando novos padrões de comportamento, moda, organização social e do trabalho;
  • Rock e Educação: pesquisas e experiências pedagógicas que discutam os fenômenos educativos relacionados, direta e indiretamente, ao rock e ao consumo e fruição deste; à utilização do rock como fonte e opção metodológica no processo de ensino-aprendizagem; à análise de letras que se detenham sobre a Educação; entre outros temas similares;
  • Rock e outras Artes: relações de proximidade, influência, pressupostos artístico-ideológicos e estéticos entre o rock e as mais diversas manifestações artísticas, tais como as artes plásticas, o teatro, a dança, a fotografia, dentre outras

Outras informações podem ser obtidas no site do congresso. Os alunos de Comunicação Social da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – campus de Frederico Westphalen já estão se inscrevendo. Fiquem atentos, pois o pagamento das inscrições se encerra dia 8 de abril!

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Natalia Nissen@_natiiiii

Elvis Presley

Hoje completam-se 35 anos da morte do rei do rock, Elvis Presley. Assim como tantos outros astros da música, ele fez história e continua conquistando fãs a cada ano, mesmo depois da sua morte precoce. Cantou música gospel, country, foi um dos pioneiros do rockabilly e tornou-se um ícone do rock and roll. Como se não bastasse, ainda foi sex symbol por causa da voz e das danças de forte apelo sexual.

Em Graceland – residência oficial do astro – acontece a Elvis Week, um evento anual de homenagem ao rei do rock que leva milhares de fãs ao local. Tem até um concurso de covers com representantes de diversos países. No John Bull Pub, em Porto Alegre, tem tributo ao Elvis com as bandas R69 e Old Stuff. Aliás, em várias cidades do Brasil vão rolar shows e homenagens.

Em setembro abre, em São Paulo, a exposição Elvis Experience com mais de 500 objetos do artista, fotos, documentos, entre outros que, pela primeira vez, serão vistos fora da residência de Elvis. A própria Priscilla Presley – viúva do cantor – deve marcar presença na “pré-estreia” da exposição. O espetáculo Elvis Presley in Concert traz a Brasília (06/10) , São Paulo (08 e 10/10) e Rio de Janeiro (11/10) um show com os companheiros de banda e projeção do Elvis.

The Beatles

Dizem que foi no dia 16 de agosto que os Beatles partiram para Hamburgo, na Alemanha, – ainda com Stuart Sutcliffe – para começar a série de shows que duravam mais de seis horas todos os dias da semana. Há 50 anos a história do rock “entrava num caminho sem volta”, felizmente.  A banda passou um baita perrengue, mas não demorou muito pra ter o talento reconhecido e virar sucesso.

Festival Woodstock

O famoso festival Woodstock Music & Art Fair aconteceu entre os dias 15 e 17 de agosto de 1969, nos Estados Unidos. No dia 16, apresentaram-se nomes como: The Who (tocando a ópera-rock Tommy), John Sebastian, Santana, Canned Heat, Grateful Dead, Creedence Clearwater Revival e Janis Joplin.

The Backstage Blog

E hoje também é aniversário do The Backstage Blog o/. Dois anos de muito trabalho e dedicação. Agradecemos aos leitores que se manifestam nos comentários, no facebook, twitter, nas mesas de bar e tantos outros lugares, e aos nossos parceiros que sempre dão o maior apoio. Esperamos produzir por vários anos e contribuir com a disseminação da música de qualidade.

Natalia Nissen@_natiiiii

Há quem diga que Restart é rock e Metallica não, mas a questão vai muito além de gostar ou não de cada um desses exemplos. Aqui no The Backstage mesmo, muitos comentários de leitores falam se a banda tratada no post é ou não um exemplo plausível de rock. Alguns ficam ofendidos, outros soltam o verbo e mostram todos seus argumentos para poder defender um artista. Como a nossa ideia é dar espaço para quem gosta de música, os comentários são aprovados e discussões são criadas, participa quem quer.

O assunto da semana é o Dia Mundial do Rock e a gente bem sabe que controvérsias rondam a comemoração. Aqui no blog vamos fazer alguns sorteios e até eles podem levantar um debate do que seria ou não rock, já que eles fazem parte das comemorações ao Dia Mundial do Rock e aniversário de dois anos do blog. Sem mais rodeios, esse post é pra falar de um livro que comprei essa semana: “O Que é Rock” da série “Para ler ouvindo música”.

O livro não é uma enciclopédia, pelo contrário, tem pouco mais de 80 páginas e mostra mais que resumidamente a história do rock and roll desde a fusão de outros ritmos. Ninguém vai ficar expert no assunto depois de ler, porém, dá uma luz para quem não tem noção e é interessante pra quem gosta, conhece e sabe que sempre tem coisa boa para aprender. Além do mais, é barato, custou R$11,90 e acho que vale a pena. Os mais conservadores podem reclamar de algumas colocações, por exemplo, de que surf music e emocore são subgêneros do rock. No livro são apresentados alguns paradoxos bem interessantes.

Muitas pessoas tornam-se tão intolerantes que defendem a ferro e fogo um único estilo e não conseguem perceber que os outros têm o seu valor (eu mesma já fiz isso). Assim como podem vir aqui e comentar que eu estou viajando completamente ao defender que existe a possibilidade de aceitar determinados nomes na classificação como bandas de rock and roll. Não gosto de Restart e nem acho que tocam rock, mas que cada um pode ficar no seu canto feliz da vida.

Na verdade nos acostumamos demais com a generalização das coisas, estereótipos da música e tudo mais. Eu gosto de Michael Jackson, nem por isso digo que gosto de pop, mas eu também adoro Beirut e Rolling Stones. Meu namorado toca numa banda de heavy metal e sabe que eu não sou vidrada nesse tipo de som, no entanto, eu reconheço o talento que alguns têm e a importância das bandas de metal para a história do rock.

“O Que é Rock” traz um pouco de cada época e vertente do rock, os ícones, altos e baixos da música que tomou conta dos jovens sedentos de liberdade. É uma leitura fácil e vale para quem acha que rock é só Elvis Presley, Led Zeppelin ou AC/DC.

Natalia Nissen@_natiiiii

Nem só do sertanejo se formam as duplas. O Projeto de Ponta é resultado da essência musical da dupla Cassiano Dal’Ago e Eduardo Alves, eles fazem música inspirada nos sentimentos do cotidiano e afirmam que a participação de outras pessoas será necessária para realizar planos futuros. A música “Chá” já apareceu aqui no Set List do blog no início do ano e amanhã começa a divulgação de “Tardes Frias”.

O duo mistura vários estilos nas músicas. “Chá” tem um naipe de metais, “Tardes Frias” tem bateria, guitarra, violão, piano e órgão em uma formação básica de banda folk. O projeto já tem três músicas sendo preparadas, elas têm sintetizadores, acordeon e harmônica. O próximo lançamento, “Eu em Cena”, volta com os naipes de metais.

A primeira música que fizemos juntos foi a “Chá”. A ideia era criar uma música que falasse de alguma coisa diferente. Fizemos uma espécie de brainstorm, a gente ia falando frases soltas e encaixando na música, excluindo algumas palavras, mudando outras. A “Tardes Frias” é uma composição minha, faz tempo que eu fiz e como o Eduardo gostou da música, decidimos gravar ela. As próximas duas músicas são composições do Eduardo. Ele chegou com as letras prontas também. Os arranjos e melodias a gente cria juntos.

A dupla pretende fazer shows e ver o que acontece, o repertório já conta com nove músicas próprias e algumas ideias de covers. Para que a ideia se concretize é importante que mais pessoas façam parte do Projeto de Ponta (bateria, teclados, baixo, guitarra e mais um vocal), até o final do ano esses ensaios devem acontecer e os shows programados.

A “Tardes Frias” tinha seu lançamento programado para fevereiro, mas novas ideias surgiram para outras músicas e aquela ficou para depois. A próxima música deve ser gravada no mês que vem e terá a participação de Henrique Hilgert nos vocais.

Natalia Nissen@_natiiiii

Vera Loca é uma das bandas de rock mais importantes do Rio Grande do Sul e hoje completa 10 anos de carreira. A celebração já começou, a banda está fazendo shows pelo estado, mobilizando os fãs nas redes sociais e continua fazendo sucesso com músicas que contagiam o público desde o lançamento. O nome “Vera Loca” é uma “homenagem” à vizinha que reclamava do barulho que a banda fazia durante os ensaios na sala de um apartamento, mas todos garantem que já está tudo em paz.

Vera Loca completa 10 anos de carreira fazendo shows pelo RS (Foto: divulgação)

Frederico Westphalen já foi palco para a Vera Loca e os fãs sempre pedem o retorno, aqui no The Backstage você confere uma entrevista e fica conhecendo um pouco mais sobre a história da banda formada por Diego Floreio nos teclados, Fabrício Beck no vocal e guitarra, Hernán González na guitarra, Luigi Vieira na bateria e Mumu no contrabaixo.

The Backstage – Como a Vera Loca começou? Desde o início a intenção foi fazer música profissionalmente?

Vera Loca – A Vera Loca se formou em Porto Alegre, mas três integrantes são do interior do estado, temos um argentino na banda e apenas um integrante é de POA. Diego e Fabrício são amigos de infância e desde criança estão no meio da música, assim como Mumu, Luigi e Hernán também, nos encontramos porque temos afinidades musicais, temos o mesmo pensamento e aí se formou a Vera Loca. Sempre trabalhamos com música paralelamente aos estudos. Quando nos mudamos para POA largamos nossas faculdades para nos dedicarmos exclusivamente à música. Nunca brincamos de ter uma banda pois escolhemos a música como profissão, talvez por isso nunca se cogitou desistir.

TB – Quais são as influências da banda?

VL – Ouvimos muitas coisas em comum, como as bandas tradicionais do Rock, Rolling Stones, The Beatles, AC/DC, mas acho que está nas diferenças o tempero do nosso som. Nosso vocalista gosta bastante de bossa nova, Tom Jobim, Ivan Lins, temos o Rock Argentino muito presente na banda, Gustavo Cerati, Fito Paez, Charly Garcia e também bandas mais recentes como Kings Of Leon, The Strokes. Ouvimos muita música.

Fazemos músicas de várias formas. Às vezes alguém chega com a música e letra pronta e arranjamos nos ensaios, mas a maioria das músicas são feitas em parceria entre dois ou três integrantes, ou até mesmo a banda toda. Como todos compõem na banda, nossa dificuldade sempre foi escolher o repertório, um problema bom. Temos músicas já gravadas que acabaram não entrando nos discos que um dia podem aparecer.

TB – Com 10 anos de estrada, teve algum momento/show que marcou muito os integrantes?

VL – Tudo que passamos na música serviu para fortalecer o nosso trabalho, desde os shows no começo da banda, onde ninguém conhecia e não tínhamos muito público até hoje quando estamos vendo todos os nossos shows lotados. Tivemos um show em 2011 que foi especial que foi o Planeta Atlântida, onde uma multidão se mobilizou para ver nosso show, como pode ser visto no youtube. Temos certeza que vai marcar muito os shows que faremos de comemoração dos 10 anos de banda.

TB – A Vera Loca tem uma relação muito forte com os fãs através do Twitter. Como esse contato acontecia antes da popularização da rede social?

VL – Sempre nos achamos um pouco atrasados nesse sentido no começo da banda. Quando começamos a nos dar conta da importância disso, entramos a fundo nesse meio.  Mas sempre tentamos atender a todos de forma individual, valorizando bastante aqueles que gostam do nosso trabalho, logicamente cada vez mais se torna impossível fazer isso com o crescimento do público, mas tentamos dar toda atenção possível, sem mandar recados através da produção da banda. Nós mesmos abastecemos esses meios. Antes das redes sociais esse contato era apenas direto nos shows e ainda tentamos fazer o máximos que conseguimos.

TB – E qual o posicionamento da Vera Loca em relação ao download de músicas na internet?

VL – Queremos que as pessoas conheçam nossas músicas. Isso vem em primeiro lugar. Hoje vendemos muitos discos, pois as pessoas que gostam do trabalho não abrem mão de ter o disco físico. Vendemos muito nos shows e também na loja do nosso site.

TB – O The Backstage Blog nasceu em Frederico Westphalen, vocês já fizeram show lá e a galera sempre pede para a banda voltar. Alguma previsão de show para a cidade ou região? A organização da Expofred mencionou o interesse em levar a Vera Loca para se apresentar na festa.

VL – Fizemos um show em Frederico que foi histórico pra gente, pois na época era um dos lugares mais longes que estávamos indo. Ficamos pensando, será que conhecem nossa música por aqui? Quando subimos ao palco foi inacreditável o reconhecimento do público, além do local estar lotado, quase todas as pessoas que estavam no local cantavam todas as nossas músicas. Então após esse show, que faz bastante tempo, Frederico é uma das cidades que mais pedem Vera Loca e a gente sempre costuma dizer que não depende da gente, a pressão tem que ser em cima de quem faz os eventos na cidade. Começou uma mobilização muito grande no twitter para levar a Vera Loca para Expofred. Não sabemos em que pé anda essa situção, pois nossa produção só costuma nos comunicar quando o show está 100% fechado. Então ficamos na torcida. Certamente se ocorrer esse show, será a prova que a voz do povo é a voz de Deus (rsrs)!

Natalia Nissen@_natiiiii

A dupla que faz sucesso no exterior (Foto: Erik Weiss – divulgação)

Em dezembro de 2010 fiz minha segunda entrevista com a Canja Rave, pro The Backstage; a primeira entrevista rolou em julho de 2008 quando eu ainda estudava em Canoas e fazia uma oficina de Jornalismo Cultural na faculdade, essas duas foram feitas por e-mail. Agora volto a falar do duo formado pela Paula Nozzari e pelo Chris Kochenborger, mas dessa vez é o que eu penso sobre eles.

Quando a Paula ainda tocava na Cidadão Quem a banda foi fazer um show em Teutônia (em 2001) e visitou a loja de CDs da minha mãe. Lá pelas tantas descobri a Canja e fiquei viciada nas músicas com batida marcante e letras engraçadinhas.

O terceiro album, “Dirty Shoes, Balls & Old Songs”, será lançado em breve e algumas músicas já estão disponíveis para audição no SoundCloud (vamos aproveitar enquanto não bloqueiam o site dizendo que é pirataria!). Tem até uma participação linda do Hique Gomez tocando violino! Dessa vez as músicas são em inglês, mas não menos viciantes que as do “Da Canja à Rave” (“Ariana” é minha preferida) e “Badango” (“Johnny Canja Rave” e “Xerife de Xangri-lá” são as melhores) e a identidade da Canja continua vibrando nas canções.

Se eu tiver conseguido despertar a curiosidade de alguém é só acessar o blog, acho super interessante porque sempre tem novidade e fotos dos lugares em que a dupla se apresenta. Além da boa música é um convite de passeio pela Europa, paisagens, pubs, e tudo o que se pode imaginar em relação à música. A parte ruim disso tudo é ver como a banda (assim como tantas outras) faz sucesso lá fora e aqui são poucas as pessoas que conhecem, é uma pena o som deles não ser tão valorizado e respeitado nas terras tupiniquins quanto nos EUA e Europa.

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Natalia Nissen@_natiiiii

Difícil encontrar algum jovem que more no Rio Grande do Sul e nunca tenha escutado hits como “Detetive” e “Ejaculação Precoce”. A banda “Comunidade Nin-Jitsu” mistura elementos do rock, reggae e funk, há quase vinte anos e já abriu show até para os californianos do Red Hot Chili Peppers. Em novembro a Comunidade gravou o primeiro DVD com a participação de Chorão (Charlie Brown Jr.), Serginho Moah e Léo Henkin (Papas da Língua), entre outras figuras importantes da música.

Foto: divulgação

E engana-se quem pensa que carnaval é só axé e micareta! Entre os dias 17 e 21 de fevereiro acontece no Parque de Exposições em Frederico Westphalen a 5ª edição do “Park Folia”, a comemoração do carnaval no município. Uma das atrações da festa é a “Comunidade Nin-Jitsu” que se apresenta no dia 18 a partir da meia-noite, uma oportunidade para aqueles que já estavam quase sem esperança de ter boas atrações em Frederico aproveitarem.

A banda é diversão garantida para quem curte um som irreverente com uma presença de palco importante, também vale para relembrar os grandes sucessos. A formação atual é composta por Mano Changes (vocal), Fredi Endres (guitarra), Nando Endres (baixo) e Gibão Bertolucci (bateria).

A organização do evento afirma que não será permitida a entrada de menores de 16 anos no local mesmo que estejam acompanhados dos responsáveis. Os ingressos custam R$10 por noite (antecipados) e R$15 na hora, pessoas inscritas em blocos podem comprar um passaporte para os 4 dias de festa por R$25. A programação completa está disponível aqui.