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Natalia Nissen @_natiiiii

 Há pouco mais de um mês foi lançado o tão esperado álbum póstumo de Michael Jackson (falei sobre ele aqui). Depois de ouvir atentamente o CD posso dizer que “Michael” é um trabalho um tanto diferente daqueles com os quais estamos acostumados.  Como já havia falado no outro post, acho que este último disco não valorizou tanto a voz do cantor como os outros, mas não deixa de ter boas músicas. Algumas músicas já eram conhecidas por fãs que acompanharam a carreira do cantor, pelo menos trechos de determinadas canções já haviam vazado na internet ou sido apresentadas em projetos de outros álbuns.

Seguindo o raciocínio da polêmica que envolveu as músicas liberadas na internet antes do lançamento, realmente, algumas parecem não ter vocais “só” do MJ, e sim trechos que podem ter sido selecionados de outros sucessos e com o vocal de alguém que tem uma voz muito semelhante a do Michael. Mas como não sou perita em produção e edição de áudio prefiro não deixar argumentos infundados, apenas observo que há algo suspeito em certas faixas do álbum.

O rei do pop é alvo de polêmica e fracasso (Foto: divulgação)

Ao ouvir as músicas dá pra imaginar o Michael no palco fazendo suas performances tão famosas e surpreendendo todo seu público. Perdemos um gênio da música pop e da dança.

Nas comunidades dedicadas ao artista em sites de relacionamento os fãs têm muitas opiniões sobre o inesperado fracasso nas vendas do álbum. Alguns comentam que o título do disco foi uma péssima escolha, já que, este é o trabalho menos autoral de MJ. Outros alegam à falta de divulgação, e ainda, um proveito estritamente comercial por parte da gravadora que acabou deixando de lado os interesses do cantor e de seus fãs.

 “Michael” não poderia ser apresentado sob menos polêmica e fica a critério de cada um dizer se o disco agrada ou não. Quem sabe um próximo lançamento supere as expectativas e traga menos decepção a quem tanto esperou por um álbum de músicas inéditas.

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Natalia Nissen@_natiiiii

Capa do álbum "Michael" (divulgação)

Está previsto para o próximo dia 14 de dezembro o lançamento do álbum de músicas inéditas de Michael Jackson. O disco póstumo intitulado “Michael” gera controvérsia antes mesmo de ser lançado. Na última segunda-feira, 08, foi liberada para audição no site oficial do cantor a música “Breaking News” (gravada em 2007). A polêmica refere-se aos comentários sobre a origem dos vocais da música, há quem afirme não ser a voz de MJ. A família do artista declarara que um “imitador” cantou e apenas alguns trechos de outras músicas, nos quais Michael canta, foram adicionados a canção. O produtor e o empresário do rei do pop garantem que esta e todas as outras músicas do álbum têm apenas os vocais de Michael Jackson.

A discussão deve continuar até que mais músicas possam ser ouvidas pelo público e se for provado que há fraude na gravação do álbum os fãs (e a família do cantor) com certeza ficarão bastante decepcionados. Michael Jackson sempre declarou seu comprometimento com a legião de fãs que conquistou durante toda a sua carreira, e principalmente, o respeito para com aqueles que continuaram ao seu lado mesmo diante de tantas polêmicas nas quais o astro esteve envolvido.

Quem ouve a música com atenção e conhece os demais trabalhos do cantor pode notar uma sutil diferença nos vocais de alguns trechos de “Breaking News”. Mas a dúvida deve permanecer até que se prove algo, então, resta-nos esperar para conferir as outras canções do álbum. O single lançado esta semana pouco valoriza a voz do cantor, ao contrário de outros sucessos, como “The Way You Make Me Feel”, “Dangerous”, “This Is It” (irmãos de Michael nos backing vocals) e “Say Say Say” (gravada com Paul McCartney).

“Breaking News” está disponível aqui até o final de semana.

Assista ao videoclipe de “They Don’t Care About Us” gravado no Brasil e que tem participação do grupo Olodum.

Josefina Toniolo@jositoniolo

Capa da autobiografia

No Scream Awards 2009, ao anunciar Keith Richards como o Imortal do Rock do ano, Johnny Depp usou a seguinte frase: “Muito tempo depois de a humanidade incinerar o mundo, as únicas coisas que permaneceram vivas foram as baratas… e Keith Richards.”

Mesmo que essa piada seja velha, faz todo sentido. O homem tem 66 anos, abusou do uso de drogas praticamente toda vida  e está aí “firme e forte”. Com sua postura rebelde e com sua guitarra em mãos continua fazendo shows pelo mundo com os Rolling Stones.

Em outubro desse ano, ele lançou sua autobiografia chamada “Life” que, como era de se esperar, está causando muita polêmica. O projeto foi anunciado pelo guitarrista em 2007 e conforme o previsto foi finalizado esse ano.

O livro traz declarações pesadas  sobre a relação de amor e ódio com Jagger, sobre o uso quase  científico de drogas e sobre a banda. Mas as consequências já estão aparecendo.

Há boatos de que ele será cortado do quarto filme da franquia Piratas do Caribe, pois a produção diz que sua presença com toda a apologia que ele faz as drogas, não faz bem para a imagem do filme.

Também não era para menos, com declarações como essa presente no seu livro:

Não apenas à alta qualidade das drogas que tomei que atribuo minha sobrevivência. Eu era muito meticuloso quanto à quantidade. Eu nunca tomaria mais para ficar um pouco mais alterado. É aí que muitos se f… com as drogas.

Talvez alguns pais realmente não gostariam que seus filhos tivessem contato com alguém que fala esse tipo de coisa… Como se isso fosse possível! Tudo bem que ele falou algumas besteiras no seu livro, alguns gostaram e outros não.  Mas o cara é uma lenda viva do rock e disso não há como e nem porquê discordar.

E indo contra todas as leis da natureza, ele ainda viverá muitos anos, pois provavelmente encontrou a fonte da juventude eterna… E quem sabe daqui a outros 66 anos, em alguma futura biografia, ele conte seu segredo a nós, meros mortais.