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Em 2016, Abstrai

Posted: 03/01/2016 in Rock
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Natalia Nissen@_natalices

Ano-Novo é a desculpa para tomar vergonha na cara e encerrar ciclos que já deveriam ter sido encerrados muito antes. Então para começar o ano, uma ‘Música do Dia’ que vale para o ano inteiro.

Não é música nova e, inclusive, apareceu no meu ‘Descobertas da semana’ no Spotify. Veio em boa hora porque às vezes é preciso um empurrãozinho pra gente não levar a sério algumas coisas. Em 2016, desencana e abstrai.


Não é um publieditorial, mas é uma dica preciosa para quem ainda não viu vantagem em pagar assinatura do Spotify. Quando comecei a assinar fiquei meio na dúvida de pagar R$ 15 para ouvir música. Mas o negócio vale o investimento (ainda mais agora que os discos dos Beatles estão lá!!!).

Tem muita música disponível e não rola anúncio chato para atrapalhar. No modo Premium, ainda dá pra fazer um ‘download’ e ouvir as músicas quando o dispositivo estiver offline. E dá pra baixar no celular e no computador (e controlar a música do computador pelo celular, ai que tecnológico!).

Também tem a “Descobertas da semana” que é uma playlist baseada nas músicas que você ouve. Na segunda-feira o Spotify disponibiliza a mixtape com as músicas da semana. Algumas são bem toscas, outras são velhas e já tinham sido esquecidas, mas sempre aparecem algumas interessantes e que acabam indo pra playlist favoritos ou para a que eu denominei como “zueraneverends”.

Se você é uma pessoa que passa horas ouvindo música, ou sente falta disso, vale super a pena. Dá para criar as playlists e ainda ouvir aquelas que já estão prontas. Tem opção para escolher o artista, o estilo de música ou conforme o momento – “para comer”, “para relaxar”, “para correr”, “para treinar”, e mil outras.

Fica a dica e feliz ano-novo! Que 2016 nos traga boas músicas e boas histórias para compartilhar. 😉

Natalia Nissen@_natalices

Depois de duas semanas de antibióticos, a alegria da pessoa é poder tomar uma taça de vinho antes de dormir. Melhor que isso só ouvindo uma música boa.  “Don’t Wanna Fight” é a música do dia (da noite, pra dizer a verdade). Música master deprê, mas daquelas que a gente canta junto, bate o pé e não presta atenção na letra. A propósito, às vezes é melhor assim. Como numa conversa no trabalho, se a gente parar pra pensar, “Flores” é a pior e melhor de todas no quesito depressão, não?! (LAUTERT, Cristiane. 2015).

E a voz dessa mulher, Brittany Howard, é destruidora mesmo. De ouvir uma centena de vezes e não enjoar, apenas querer ouvir outras mais.

E previsível que sou, achei uma parceria linda com o Sir Paul McCartney. Brittany cantando e tocando em “Get Back”, no Lollapalooza 2015. ♥ Invejando quem assistiu a isso ao vivo. Cadê a parte da história em que eu fico rica da noite para o dia e vivo de ouvir música?!

Natalia Nissen@_natalices

Sábado nublado para ficar em casa ouvindo uma música no repeat eterno. A música do dia é Ghost Riders In The Sky.  Para quem não lembra assim de nome, é aquela que toca no final do filme Motoqueiro Fantasma. No Youtube tem uma penca de versões e vou deixar três aqui, afinal são mais de 60 anos de música.

Só prestar atenção na letra e imaginar o tal rebanho das vacas de olhos vermelhos. Eita, capiroto!  E hoje vai assim, mais vídeo do que música. Mais do que o normal.

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Natalia Nissen@_natalices

Tirando a poeira da minha “música do dia”. Segunda-feira é o dia de colocar o pé na estrada e fazer a pauta “De Carona com o Perigo” da semana. Dia de enfrentar chuva ou sol, chão batido ou asfalto e conhecer mais alguma cidade da região que eu jamais imaginei conhecer. Nessas horas bate aquela vontade de ter um CD (porque ainda não rola uma entrada USB no som do carro) pra ouvir enquanto “viajamos”. E ouvir música no celular (sem fone) é chato e eu me sinto dentro de um ônibus ouvindo funk e incomodando todo mundo. Também não curto muito a opção AM/FM com os novos hits da música sertaneja.

Por isso, hoje eu queria um CD do Dire Straits. Sempre achei que as músicas da banda são perfeitas pra embalar viagens. Talvez porque era uma das bandas que tocava no carro do pai quando ele me levava ao “Capão do Corvo” – quando ainda era um lugar super tranquilo –  ou íamos pra Teutônia de Escort XR3 vermelho. Que saudade boa!

Não sei se tem alguma música da banda que eu diga “dessa eu não gosto”. Não conheço todas, mas gosto de cada uma das que eu conheço. Cada uma com sua peculiaridade. E a voz do Mark Knopfler tá ali do ladinho da voz do Paul McCartney como uma das minhas preferidas.

Queria um CD inteiro, mas como é “música do dia” escolhi “Imelda”  ♥. E aceito sugestões de outras músicas pra ouvir na estrada.

Carol Govari Nunes@carolgnunes

A música do dia vem direto de 2002, do álbum “Outubro ou nada”, da banda Bidê ou Balde. Com essa chuvinha, quem é que quer sair da cama? A letra da música é praticamente minha biografia: “E eu sempre acordo tarde, então não me chama / que tal passa a vida inteira dormindo mais que a cama?”. Ultimamente tenho sido uma pessoa mais diurna, mas durante muitos anos cultivei o (feliz) hábito de dormir até (bem) tarde – com chuva ou sem chuva.

A música cita o clima inglês e é completada pela coerência presente nas letras de todos os álbuns da Bidê ou Balde. Aliás, me identifico muito com o “Outubro ou nada”. “O antipático”, por exemplo, com sua agradável melodia e afetuosa letra dizendo “Eu não vou ficar sorrindo só pra ganhar a sua atenção / pare de tentar vencer do jeito mais prático” sempre disse muito sobre minha discreta personalidade.

Na verdade, minha identificação com a Bidê ou Balde vem desde “Se sexo é o que importa, só o rock é sobre amor”, de 2000, até “Eles são assim. E assim por diante”, de 2012. Já falei isso aqui umas mil vezes, mas em dias tão chatos do politicamente correto, de mensagens melosas, harmonias batidas, bandas palatáveis e completamente sem irreverência, letras que rimam “conselho” com “joelho” (ouça “Não adianta chorar”) são sempre bem vindas.

“Hollywood”, “É preciso dar vazão aos sentimentos”, “Back to quinze”, “Senhor promotor”, “Madonna”, “Lucinha”, “A-há”, “Tudo é preza”, “Coisinhas nojentas de amor”, “(Eu te amo) Lucinda” são as que me vem na cabeça, agora. Então a “música do dia” praticamente passou a ser a “banda do dia”, mas foi impossível colocar pra tocar só “Adoro quando chove”, a discografia inteira veio de brinde. É que hoje acordei meio Bidê ou Balde.