Posts Tagged ‘Eric Clapton’

Natalia Nissen@_natalices

Tem nada de novidade na “Lay Down Sally” do Eric Clapton, mas depois de um longo dia de trabalho e fechamento de edição é bom ouvir uma música familiar. E o Superplayer também não deve ser novidade pra muita gente.

Fiquei divagando porque comecei a reparar na variedade de gêneros que aparecem no site para a gente ouvir. Muita coisa que eu nem sabia que existia ou era gênero, tipo “Chill Out”. Ah, essa globalização. Lá na redação do Folha diríamos que isso é uma “visão de interatividade em tudo”. Mas enfim.

Dei “play” em uns três gêneros e desisti de tentar ouvir algo “novo”. Pode ser preconceito, mas tem muita coisa chata por aí (ou é o meu inferno astral). Aí que no “rock clássico” a primeira música foi “Lay Down Sally” e eu fiquei feliz por finalmente me sentir em casa.

Depois ainda veio Rolling Stones e um monte de coisa legal. Por isso o site é bacana pra quem quer ouvir músicas aleatórias sem ter muito trabalho. É um site democrático e ainda dá a opção de escolher as músicas por “atividades” ou “sentimentos”. Nessas últimas opções nem sempre as músicas fazem sentido, mas vale a pena ouvir pelo menos uma vez. É prático.

Então, fica a minha dica de música do dia e site/aplicativo para conhecer coisas novas e velhas.

No youtube ainda achei a versão maravilinda de Eric Clapton e Mark Knopfler ♥. Ponto pra eles!

Natalia Nissen@_natiiiii

Sim, tivemos um recesso aqui no The Backstage, mas aos poucos tudo volta ao normal. Nós paramos um pouco, mas a música nunca para. Há poucos dias foi divulgado o novo single do próximo disco do Eric Clapton. “Gotta Get Over” tem o som característico das músicas do Clapton e me faz querer envelhecer tomando umas e ouvindo ele o Paul McCartney. Aliás, o novo disco tem participação do McCartney na canção “All Of Me”.

O single é só uma prévia do que deverá ser conferido no álbum “Old Sock”, com lançamento previsto para o próximo dia 12. Segundo informações do site oficial de Clapton, o disco é uma coleção de algumas das músicas preferidas do artista e que influenciaram sua vida desde a infância e que fazem parte de “seu vasto conhecimento musical”.

Ouvindo a nova canção me senti de novo no show dele. A mesma energia de ouvir alguém que sabe o que está fazendo, como se fosse a coisa mais simples do mundo.

Old Sock

1. Further On Down The Road
2. Angel
3. The Folks Who Live On The Hill
4. Gotta Get  Over
5.  Till Your Well Runs Dry
6. All Of Me
7. Born To Lose
8. Still Got The Blues
9. Goodnight Irene
10. Your One and Only Man
11. Every Little Thing
12. Our Love Is Here To Stay

Natalia Nissen@_natiiiii

Ontem, quinta-feira, Porto Alegre recebeu o “Deus da Guitarra” em um show que desagradou muitos fãs que esperavam um grande espetáculo no estacionamento da Fiergs depois de 10 anos da última turnê brasileira. A falta de interação com o público foi um dos maiores problemas, Clapton falou um “obrigado” e um “valeu” entre tantos outros “thank you” no final das músicas. Faltou carisma e vontade de chamar o público para cantar junto, público que desembolsou altos valores (entre ingresso, taxa de conveniência e taxa de entrega) e se frustrou por não ver uma apresentação daquelas de emocionar.

O "Deus da guitarra" durante o show em Porto Alegre (Foto: Alexandro Auler)

Foi um bom show com uma boa estrutura. Os telões de alta qualidade deixaram menos decepcionados os fãs da pista que quase nem viram o Eric Clapton lá no palco. A platéia era grande, mas havia espaço para todos, nada de aperto e pisões nos pés; alguns passaram dos limites e beberam demais, acabaram saindo da Fiergs carregados pelos bombeiros. A pontualidade britânica garantiu um dos pontos positivos ao show, às 22h01 o artista subiu ao palco e tocou por quase duas horas.

Deixando a falta de interação de lado, a técnica do Clapton e de toda a banda que o acompanhava era algo invejável. As backing vocals Sharon White e Michelle John poderiam fazer um show sozinhas que seria incrível. O próprio Eric Clapton demonstrou que, apesar dos seus 66 anos, ainda faz música de qualidade como se fosse brincadeira, a voz dele ao vivo é de colocar no chinelo muito cantor que tem por aí. Os improvisos e a atuação dos tecladistas Tim Carmom e Chris Staiton, do baterista Steve Gadd e do baixista Willie Weeks também chamaram muita atenção.

Nem “Layla” animou a plateia de aproximadamente 20 mil pessoas, uma sequência de músicas calmas deixou muita gente desanimada. Só em “Cocaine” o público ensaiou um coro e cantou junto. “Crossroads” também foi bastante esperada e o público correspondeu com certo entusiasmo à última canção do espetáculo. Algumas músicas que faziam parte do set list de outros shows desta turnê ficaram de fora da apresentação em Porto Alegre como o cover de Bob Marley “I Shot The Sheriff”.

Eric Clapton demonstrou muita técnica em solos e improvisos (Foto: Mauro Vieira)

A abertura do show ficou por conta da banda gaúcha Cartolas e durou aproximadamente meia hora. O público não participou muito da apresentação, mas a banda teve uma boa presença de palco e tocou músicas conhecidas como “Cara de Vilão”. O vocalista Luciano Preza agradeceu a presença dos fãs que pegaram mais para estar nas cadeiras à frente do palco, e também, aos que pagaram “180” para ficar na pista, todos estavam lá por um mesmo objetivo: Eric Clapton.

No domingo e na segunda-feira Eric Clapton se apresenta no Rio de Janeiro, em São Paulo o show acontece na próxima quarta-feira.

Natalia Nissen@_natiiiii

A capital gaúcha está cada vez mais perto de transformar-se em parte integrante do eixo de cidades que recebem os mais importantes shows do país. Se até há algum tempo  as pessoas só pensavam em ‘Rio-São Paulo’ como as cidades dos melhores shows, já podem incluir Porto Alegre como uma representante do eixo.

Depois de 10 anos Eric Clapton volta ao Brasil e faz show em Porto Alegre (Foto: divulgação)

Ano passado Paul McCartney fez um show no estádio Beira-Rio, Ozzy Ousborne lotou o Gigantinho, Green Day também marcou presença, entre outras grandes atrações que pousaram em Porto Alegre durante suas turnês brasileiras. Em 2011 já foram confirmados outros importantes espetáculos na capital. No próximo dia 10 de julho tem Mr. Big no Opinião.

O heavy metal será representado pela Black Label Society no dia 14 de agosto, também no bar Opinião. Para os headbangers de plantão ainda há outras atrações, Evergrey dia 28 de julho no Teatro Ciee e Machine Head e Sepultura dia 16 de outubro.

O guitarrista Eric Clapton toca em Porto Alegre no dia 06 de outubro, no estacionamento da FIERGS. A turnê do álbum ‘Clapton’, lançado em 2010, passa pelo Rio de Janeiro (09) e São Paulo (12), depois segue para a Argentina e Santiago (Chile). A venda dos ingressos para a apresentação em Porto Alegre começa no dia 29 de julho no site LivePass.

Essa semana foi confirmada a visita do ex-beatle Ringo Starr e sua banda, a All Starr Band. O show vai acontecer no Gigantinho dia 10 de novembro e as apresentações seguem para São Paulo (12 e 13), Rio de Janeiro (15), Belo Horizonte (16), Brasília (18) e Recife (20). Os ingressos serão vendidos a partir do dia 18 de julho. No repertório músicas da carreira solo de Ringo, e também, dos Beatles. Boatos ainda especulam que Paul McCartney fará show em Recife no mesmo mês da apresentação de Starr.

Ozzy fez show em setembro de 2010 e Zakk Wylde vem a Porto Alegre com a banda Black Label (Foto: divulgação)

Na última quarta-feira, 29, um jornalista confirmou no seu perfil em uma rede social o show da banda americana Pearl Jam. A última passagem deles por Porto Alegre foi em novembro de 2005. Seis anos depois a banda volta à capital e se apresenta em novembro no estádio do Zequinha. As informações sobre o show devem ser divulgadas nos próximos dias.

Roger Waters, um dos fundadores da banda Pink Floyd, vem ao Brasil em março de 2012. O astro vai passar por Porto Alegre no dia 17 com o show ‘The Wall’ e depois segue para duas apresentações em São Paulo (22 e 23) e uma no Rio (25). As atrações são muitas, rock para agradar a gregos e troianos. Agora só falta decidir quais shows merecem o investimento, afinal, os ingressos exigem algumas economias.